responsabilidade, garantindo relações interpessoais entre sujeitos iguais e
ao mesmo tempo diferentes. Essa diferença dos sujeitos, no entanto, não
significa que um seja mais que o outro, ou pior ou melhor, mais ou menos
importante, nem concebe espaços para a dominação e a subserviência, pois
estas são atitudes que negam radicalmente a cidadania. As relações de
poder não se realizam na particularidade, mas na intersubjetividade da
comunicação entre os atores sociais. Nesse sentido, o poder decisório
necessita ser desenvolvido com base em colegiados consultivos e deliberativos.”
(BORDIGNON e GRACINDO, 2002).
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